segunda-feira, novembro 21, 2016

Deu Trump(a)



A vitória de um discurso fundado no ódio, na aversão ao outro, na xenofobia, numa visão musculada do poder. Trump corporiza e ressalta o que o ser humano tem de pior. Obama era luz, esperança, carisma e uma espécie de fé na humanidade. Trump é mesmo o lado negro da Força. E a prova de que a democracia pode produzir o lixo mais aviltante.

domingo, novembro 20, 2016

London calling

Numa só cidade, cabe o mundo inteiro.

Dawn to dusk

Adágio final

Nunca estamos realmente preparados para o fim. Da vida. Das relações de afecto. Das amizades.
O mais sombrio em todo este processo é lidar com um vazio gritante, com a ausência, com a partida. E ter de reformular o quotidiano assente nessa ausência, nessa falta.
Por mais que saibamos que, na vida, os impostos e a morte são as únicas certezas que temos, há algo de vagamente pueril que habita em nós e que continua a acreditar numa qualquer imortalidade. Ainda que à medida que os anos passam, deixemos de ser um pouco menos imortais e a consciência da finitude se torne mais evidente.
Quando, inesperadamente, parte "um dos bons", há uma inconsolável sensação de injustiça e de incredulidade.
Por isso é tanto mais urgente saber que um dia pode albergar toda uma vida. Se tão subitamente os sonhos se esfumam, se tudo é etéreo e intangível, há que continuar a trilhar o caminho.
Enquanto lançamos sorrisos a quem nos observa lá em cima.
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