Do Ing. Pinchbeck, antr., relojoeiro inglês (1670-1732) inventor desta liga; s. m., liga de cobre e zinco imitando ouro; ouro falso; adornos sem valor, imitando ouro.
Consegui acompanhar uma parte do debate. Já sei, porque já lera em um seu post anterior, que você é contra o acordo ortográfico, posição que respeito. Eu pessoalmente não sou contra nem a favor. Se houve quem pensasse nisso, aceito o acordo, aceito a mudança. Antes um (mau?) acordo do que um conflito. A língua portuguesa é lindíssima. Mas mais do que os idiomas que aprendemos a usar, interessa-me aquilo que dizemos através deles. Frases nobres preservam a sua beleza em qualquer língua, com ou sem acordo. Na minha opinião a discussão deve andar à volta não da forma, mas sim do conteúdo. De resto tudo muda, nem nós nos expressamos como os primeiros habitantes da Lusitânia. E depois do debate na televisão? A sua opinião desfavorável ao acordo ter-se-á acentuado? Um abraço.
Olá! Obrigada pelo seu comentário e pelas suas observações sempre pertinentes! O debate reforçou ainda mais a minha convicção de que o acordo ortográfico não será, de todo, uma boa solução, pelo que só irá contribuir para o avolumar das dúvidas e do caos linguístico. A beleza da língua portuguesa reside na sua multiplicidade e no facto de existir uma imensidão de formas possíveis e qualquer tentativa de uniformização redundará num absoluto fracasso. Por exemplo, o melhor e mais completo Dicionário da Língua Portuguesa, na minha modesta opinião, é brasileiro da autoria de António/Antônio;) Houaiss (de origem libanesa), sendo um instrumento de trabalho notável. Ora, esse é um facto muito curioso e não menos interessante. Cada país deveria manter a sua ortografia, continuando, contudo, a beber todas as múltiplas influências das inúmeras variantes do Português no mundo, a 5ª língua mais falada no mundo, o que constitui, sem dúvida, motivo de grande orgulho!
I'm Kissing you...
-
Pride can stand
A thousand trials
The strong will never fall
But watching stars without you
My soul cried
Grieving heart is full of pain
All of the aching
...
Para onde?
-
O ponto de partida, prévio a nós, foi há muito. As Serras que atravessamos,
o vale, sem darmos conta, é só parte do caminho, nem começo é. Nem começo
fo...
Lista do desafio literário 2010
-
Agora vai a lista definitiva para o Desafio Literário:
Janeiro
(Um livro da Nova Cultural ou da Harlequin)
Escolhido: Esse, sinceramente, eu vou ler o pri...
-
Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios
Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantad...
3 regateios:
Consegui acompanhar uma parte do debate.
Já sei, porque já lera em um seu post anterior, que você é contra o acordo ortográfico, posição que respeito.
Eu pessoalmente não sou contra nem a favor. Se houve quem pensasse nisso, aceito o acordo, aceito a mudança. Antes um (mau?) acordo do que um conflito.
A língua portuguesa é lindíssima. Mas mais do que os idiomas que aprendemos a usar, interessa-me aquilo que dizemos através deles. Frases nobres preservam a sua beleza em qualquer língua, com ou sem acordo. Na minha opinião a discussão deve andar à volta não da forma, mas sim do conteúdo. De resto tudo muda, nem nós nos expressamos como os primeiros habitantes da Lusitânia.
E depois do debate na televisão? A sua opinião desfavorável ao acordo ter-se-á acentuado?
Um abraço.
Olá! Obrigada pelo seu comentário e pelas suas observações sempre pertinentes!
O debate reforçou ainda mais a minha convicção de que o acordo ortográfico não será, de todo, uma boa solução, pelo que só irá contribuir para o avolumar das dúvidas e do caos linguístico.
A beleza da língua portuguesa reside na sua multiplicidade e no facto de existir uma imensidão de formas possíveis e qualquer tentativa de uniformização redundará num absoluto fracasso. Por exemplo, o melhor e mais completo Dicionário da Língua Portuguesa, na minha modesta opinião, é brasileiro da autoria de António/Antônio;) Houaiss (de origem libanesa), sendo um instrumento de trabalho notável. Ora, esse é um facto muito curioso e não menos interessante.
Cada país deveria manter a sua ortografia, continuando, contudo, a beber todas as múltiplas influências das inúmeras variantes do Português no mundo, a 5ª língua mais falada no mundo, o que constitui, sem dúvida, motivo de grande orgulho!
Um abraço,
ana cota
Ana, pode me tratar por tu :-)
Enviar um comentário